Montréal busca profissionais do mercado de TI

A primeira missão oficial de recrutamento de profissionais de TI da agência Montréal International no Brasil, a Montréal Tech Job Fair , foi realmente um sucesso.

Nove empresas do setor de TI e de videogames encontraram centenas de brasileiros em São Paulo, entre os dias 16 e 21 de julho, na esperança de preencher mais de 100 vagas de emprego disponíveis dentro da Grande Montréal.

A delegação da Montréal International participou da conferência The Developers Conference (TDC), na qual as nove empresas da missão aproveitaram para encontrar espontaneamente os interessados por uma nova vida na província canadense de Québec.

A #TalentMontreal também organizou um Happy Hour no sábado, 20 de julho, no qual 230 candidatos também puderam encontrar recrutadores do Quebec. A missão da Montréal International terminou domingo no Hotel Grand Hyatt de São Paulo, onde mais de 200 candidatos realizaram entrevistas para contratação.

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“Resultado super positivo! Estamos muito contentes”, afirmou o diretor de atração de talentos da Montréal International, David Lebel. “Nós recebemos mais de 4000 candidaturas e a gente percebeu que os brasileiros são pessoas extremamente capacitadas e experientes”.

A agência também se animou em constatar que os brasileiros e os quebequenses tem muitas afinidades em diversos níveis.

“No nível cultural, existe uma compatibilidade muito grande entre os brasileiros e quebequenses. Nossas culturas se assemelham e nós acreditamos que eles se integrarão facilmente à sociedade quebequense, tanto na vida pessoal como na profissional”.

Embora o domínio do francês não fosse uma condição de emprego para a maioria das empresas presentes, a delegação da Montréal International afirma, no entanto, que o sucesso da integração brasileira em Montréal depende, em grande parte, da proficiência na língua francesa. No Québec, a língua oficial no trabalho e na vida cotidiana é o francês. Mais de 95% da população da província utiliza essa língua.

A empresa COFOMO, ficou impressionada com a qualidade dos candidatos, no entanto, a ausência da proficiência em francês, em certos candidatos convocados para entrevista, foi um barreira na contratação durante esta missão.

“Eu tive excelentes candidatos entrevistados mas, infelizmente, a maioria não falava francês e eles foram desclassificados no momento. Eu os indiquei à École Québec afim de os entrevistar novamente no futuro”, afirmou Caroline Blais, vice-presidente adjunta de aquisição de talento da COFOMO.

 

A mesma história aconteceu para a companhia CGI, que também ficou encantada com os brasileiros e com a qualidade dos seus currículos. A empresa afirma que voltará ano que vem para contratar outros candidatos, mas lembra que quem deseja trabalhar com ela deve falar francês.

“O ambiente de trabalho, os clientes e as consultorias, tudo se passa em francês. Portanto, é primordial que, os candidatos interessados a trabalhar conosco, falem francês. Eles não poderiam ir ao supermercado ou comprar um carro se eles não falam francês. E a gente não pode esperar que eles cheguem no Québec para aprender o francês.”, insistiu a diretora de Serviços do Conselho da CGI de Drummondville, Marie-Josée Gaudreault.

Para outras empresas como a Unity  e WB Games, a proficiência do francês não é exigida para seguir com a contratação e a demanda de um visto de trabalho para os candidatos.

Porém, o Ministério da Imigração, da Diversidade e da Inclusão do Québec (MIDI) que esteve presente na missão, explicou aos candidatos que eles devem aprender o francês e o dominar até um nível intermediário avançado (B2) se eles desejarem, em seguida, obter suas residências permanentes.

“Em certas indústrias, as pessoas que não falam francês, conseguem ter o tempo de chegar, de aprender o francês localmente. É possível em certos setores, mas em outros, é menos possível”, confirma David Lebel. “Então, há setores onde as pessoas precisam chegar realmente com um nível intermediário no mínimo, mesmo intermediário avançado e, portanto, há um interesse em desenvolver uma parceria com a École Québec e fazer com que as pessoas possam aprender o francês enquanto aguardam o recebimento do seu visto de trabalho. Assim, até a chegada no Québec, a gente terá uma boa parte do caminho percorrido. E com a imersão local, eles poderão evoluir ainda mais seu francês”.

 

Para a Montréal International, está claro que o Brasil é um dos destinos certos para o recrutamento de profissionais qualificados. #TalentMontreal planeja organizar outras missões de recrutamento no futuro, tanto virtuais como presenciais.


Leia também a matéria original em francês abaixo.

La première mission officielle de recrutement de travailleurs qualifiés Montreal Tech Job Fair de l’organisme Montréal International au Brésil, s’est avérée un grand succès.

Neuf entreprises des secteurs des technologies de l’information et du jeu vidéo ont rencontré des centaines de Brésiliens à São Paulo entre le 16 et le 21 juillet dans l’espoir de combler plus de 100 postes disponibles dans la grande région de Montréal.

La délégation de Montréal International a d’abord participé à la conférence The Developers Conference (TDC) où les neuf entreprises de la mission ont en profité pour rencontrer de façon spontanée des centaines de candidats intéressés par une nouvelle vie dans la province de Québec, au Canada.

#TalentMontreal a aussi organisé un Happy Hour le samedi 20 juillet où 230 candidats ont aussi pu rencontrer les recruteurs des entreprises québécoises. La mission de Montréal International s’est terminée le dimanche 21 juillet à l’Hôtel Grand Hyatt de São Paulo ou plus de 200 candidats ont été rencontré lors d’entrevues d’embauche.

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« C’est un bilan très positif ! On est très content », a affirmé le directeur de l’attraction de talents chez Montréal International, David Lebel. « Nous avons reçu plus de 4000 candidatures et on a remarqué que les Brésiliens sont des gens extrêmement bien formés et très expérimentés ».

David Lebel s’est aussi réjouit de constater que les Brésiliens et les Québécois ont de grandes affinités à plusieurs niveaux.

« Au niveau culturel, il existe une compatibilité très grande entre les Brésiliens et les Québécois. Nos deux cultures se ressemblent et nous croyons que ce sera facile pour eux de s’intégrer à la société québécoise, autant dans leur vie personnelle qu’en milieu de travail ».

Même si la maitrise du français n’était pas une condition d’embauche pour la majorité des entreprises présentes, la délégation de Montréal International rappelle que le succès de l’intégration des Brésiliens au Québec passe en grande partie par la maitrise de la langue française par les nouveaux arrivants. Au Québec, la langue officielle au travail et dans la vie quotidienne est le français. Plus de 95% de la population de cette province parle cette langue.

Pour l’entreprise COFOMO, qui a elle aussi été impressionnée de la qualité des candidats rencontrés, l’absence de la maitrise du français chez certains a été un obstacle à leur embauche durant cette mission.

« J’ai eu d’excellents candidats en entrevue mais malheureusement la majorité ne parlait pas français et ils ont été disqualifiés pour le moment. Je les ai référés à École Québec afin de les interviewer à nouveau dans le futur », a affirmé Caroline Blais, vice-présidente adjointe à l’acquisition de talents chez COFOMO.

« Ç’a été une mission extraordinaire. Nous avons découvert des candidats de qualités avec des niveaux d’expériences impressionnants et un savoir-être hors du commun. On est extrêmement satisfaits », s’est réjouit la directrice des Services Conseil pour CGI à Drummondville, Marie-Josée Gaudreault.

Même son de cloche du côté de la firme CGI, qui a été elle aussi enchantée par les Brésiliens et la qualité de leur curriculum vitae. L’entreprise affirme qu’elle reviendra assurément l’an prochain pour embaucher d’autres candidats, mais rappelle que ceux qui souhaitent travailler chez elle, doivent absolument parler français.

« Chez nous, l’environnement de travail est en français, nos clients sont francophones et nos consultations se passent en français. C’est donc primordial que les candidats intéressés à travailler chez nous parlent français.

Ils ne pourraient pas aller faire l’épicerie ou s’acheter une voiture s’ils ne parlent pas français. Et on ne peut pas attendre qu’ils arrivent au Québec pour leur apprendre le français », a insisté la directrice des Services Conseil pour CGI à Drummondville, Marie-Josée Gaudreault.

Pour d’autres entreprises comme Unity et WB Games entre autre, la maitrise du français n’était pas exigée pour procéder à l’embauche et à la demande d’émission d’un permis de travail des candidats retenus.

Mais le Ministère de l’Immigration, de la Diversité et de l’Inclusion du Québec (MIDI) qui était présent à la mission, a expliqué aux candidats pressentis qu’ils devront apprendre le français et le maitriser à un niveau intermédiaire avancé (B2) s’ils souhaitent par la suite obtenir leur résidence permanente.

« Dans certaines industries, les gens qui ne parlent pas français ont le temps d’arriver, de se franciser sur place. C’est possible pour certains secteurs mais pour d’autres secteurs, ce l’est moins », confirme David Lebel. « Donc il y a des secteurs où les gens doivent arriver vraiment avec un niveau intermédiaire au minimum, intermédiaire/avancé même et donc de là l’intérêt de développer un partenariat avec École Québec et de faire en sorte que les gens puissent être francisés en attendant la réception de leur permis de travail. Comme ça, à leur arrivée au Québec on aura un bon bout de chemin qui sera fait. Et avec l’immersion sur place, ils vont pouvoir pousser ça beaucoup plus loin ».

Pour Montréal International, il est clair que le Brésil est une destination incontournable pour le recrutement de professionnels qualifiés. #TalentMontreal entend organiser d’autres missions de recrutement dans l’avenir, autant virtuelles que présentielles.

O último que sair fecha a porta – 10 anos depois

10 anos atrás, nossa fundadora apresentou aos diretores de um documentário a ser divulgado na TV Cultura, alguns alunos que estavam se preparando para a famosa entrevista de imigração que existia na época. Ainda não assistiu? Veja o que acontece com os participantes do documentário um pouco mais de 10 anos depois!

Paulo e Janete

Janete e Paulo estudaram na ÉQ em 2008 com o objetivo de imigrar pelo Programa de Trabalhadores Qualificados e deu tudo muito certo. Agora, a família está completa. Veja as  respostas às nossas perguntas.

Hoje, vocês estão como profissionalmente? E a família?

Bem. Eu trabalho na minha área de formação, que é a informática. Sou o que eles chamam de analista de serviços para clientes de informática, na Hydro-Québec. Estou nesta empresa desde que cheguei em Québec. Minha esposa trabalhou por várias empresas por aqui. Atualmente ela é agente de traitement CNSST, trabalhando para o Centre de Services Partagés do governo do Québec, no setor de digitalização de formulários.

Conte um pouco de como foi a integração de cada um!

Acredito que os três primeiros meses são cruciais. Ajudou o fato de já termos vindo antes da imigração definitiva (um ano antes, duas semanas para estudar francês). A maneira de como os quebequenses trabalham é um pouco diferente. Acredito que requer menos flexibilidade, mas as tarefas são mais bem definidas e trabalho é o que não falta.

E seus filhos? Eles falam que língua? Já vieram para o Brasil? Preferem qual país?

O bebê ainda não fala direito, mas a mais velha fala as duas línguas. O francês dela é melhor, mas fazemos muito esforço para que ela guarde a língua dos pais também.
Os dois já visitaram o Brasil, acredito que Sophie prefira mais o Canadá. Talvez por estar mais habituada e é bem verdade que os amigos dela moram no Canadá. O Brasil fica destinado apenas para rever a família.

Quais são os seus 5 principais conselhos para quem está se preparando a ir?

1 – Se não gosta de falar francês, nem tente o processo.
2 – Procure morar perto dos meios de transportes públicos no começo, mesmo que você compre um carro, você deverá revalidar sua carteira de motorista e morar perto do transporte público pode ser muito útil. Ninguém gosta de esperar o ônibus passar no inverno. Acredite.
3 – Não tente fazer do Québec, um Brasil em miniatura. Quanto mais você tiver resistência à se adaptar, pior será. Ser imigrante é ter dois países. Tenha em mente que cada um tem seu lado positivo e negativo. Evite comparar o Brasil com o Québec ou Canadá toda hora. Não é agradável pra ninguém ficar ouvindo esse tipo de coisa.
4 – Aqui, a chance de ninguém conhecer sua faculdade ou as empresas nas quais você trabalhou é grande. Não tenha medo de ter um cargo de trabalho inferior ao que você tinha no Brasil. Lembre-se, é um recomeço.
5 – Integre-se, procure se informar dos assuntos rotineiros, fale sobre o tempo, se faz frio, se faz calor, é assim que se começa uma conversa.

Jenniffer

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Jenniffer deve ser a brasileira mais famosa do Québec desde que fechou aquela porta. Quantas vezes tivemos o prazer de confirmar aos curiosos que a Jenniffer tinha conseguido o CSQ naquela famosa entrevista.

Como conseguiu imigrar e como foi sua experiência na ÉQ?

O programa de imigração que utilizei foi pela província de Québec. Estudei na École Québec em 2008, se eu não me engano, e amei! Foi como um ” portal ” para o Québec pra mim. Moro em Montreal há 7 anos.

Como está a vida profissional?

No Brasil, trabalhava no Sindicato dos Comerciários como secretária. Chegando aqui noQuébec, fiz curso de enfermagem e hoje trabalho na área. Estou muito bem. Tenho uma certa estabilidade no trabalho, flexibilidade de horários, coisa que gosto muito, e ganho um salário que me permite ter um conforto.

E a vida pessoal?

Pessoalmente também estou muito bem! Estou muito feliz com a decisão que tomei. Não me arrependo. Vir para o Canadá me possibilitou outras oportunidades que não sei se conseguiria no Brasil. Talvez conseguisse sim, pois tudo é possível, mas acredito que seria de forma mais penosa.

Não tive problemas de interação, talvez porque vim com a cabeça muito “aberta “, e tinha muita vontade de interagir com as pessoas daqui. Acho que o aspecto mais difícil da imigração pra mim foi realmente o idioma. Por mais que você seja legal, simpático e tenha boa vontade, falar o idioma é fundamental. Te abre portas. Você se comunica bem e assim ganha respeito e credibilidade das pessoas.

O que mais me agradou nesses últimos anos foi que aprendi a ser mais positiva, muito mais tolerante e menos preconceituosa em relação a tudo, até questões internas. É enriquecedor ver que aqui no Canadá é possível ter uma vida com mais “dignidade” sem necessariamente ganhar rios de dinheiro.

Quais seriam os seus 5 principais conselhos?

1. Estude o idioma. Quanto melhor falar, mais terá oportunidades interessantes.

2. Faça pesquisa sobre o local escolhido para morar de uma forma geral para não ter surpresas desagradáveis.

3. Tenha certeza de que o frio não será um grande problema para você e sua família! Já vi vários colegas que voltaram para o Brasil por não aguentar as temperaturas frias e não os julgo.

4. Não tenha medo de arriscar! Se a vontade de imigrar for do coração, a experiência será sempre única e valiosa mesmo que o projeto de imigração não dê certo.

5 – Tolerância é uma palavra chave para quem quer imigrar. É importante lembrar que aqui NÃO é o Brasil. A cultura é diferente; as pessoas pensam e se comportam de maneira diferente. Quanto mais temos isso em mente, mais fácil é o processo de integração. Não preciso explicar que isso não significa aceitar sofrer preconceito ou que tenha que abdicar de sua cultura.

Não tenho 5 razões para incentivar alguém a imigrar , mas apenas 1 razão! Para imigrar é necessário QUERER imigrar! É uma única razão válida ao meu ver! Já vi muitas pessoas que imigraram sem necessariamente “querer”, mas por outros motivos. Por causa disso, chegaram aqui e se decepcionaram profundamente. Tem que ser uma vontade do coração e não a vontade do ego! De uma forma geral, desejo muito sucesso a todos que pensam fielmente em imigrar! Quem sabe um dia eu não escrevo um livro?

Escreva, sim, Jenniffer!

Sobre o diretor

Alessandro Sócrates que apresentou o projeto do “último que sair fecha a porta” também está no Québec hoje. Ele mora em Montréal e acabou de lançar o filme “L’Amour à la Plage”. Voyez la bande-annonce!

Conte um pouco sobre sua experiência no Québec!

Cheguei em Montreal em 2010, dois anos após as filmagens do documentário O último que sair fecha a porta. Oito anos depois, cidadão canadense há um ano e meio, posso dizer que estou finalmente começando a me sentir em casa. A inserção no mercado de trabalho foi difícil e lenta, os primeiros anos foram passados entre o Brasil e o Canadá, mas os frutos de todo esse esforço já começaram a aparecer. Este ano estreou meu primeiro longa-metragem documentário realizado no Quebec e eu aprecio cada vez mais o estilo de vida que Montreal me proporciona.

Sobre a professora Catherine

Após 13 anos no Brasil, Catherine está de volta ao Québec com a família brasileira.

O que aconteceu nesses 13 anos no Brasil?

Logo após a filmagem, fiquei um tempo no Rio para abrir uma filial da École Québec que acabou de fazer 10 anos. Me realizei muito profissionalmente com a ÉQ. Nunca imaginei ficar tanto tempo numa única empresa. Os alunos da École Québec são, sem dúvida, os melhores seres humanos que se pode imaginar: corajosos, esforçados, interessados no idioma e na cultura do Québec. Muitos deles me ajudaram tanto para o acontecimento da ÉQ quanto pessoalmente. Lembro que quando decidi ficar no Brasil e abrir a escola, tinha muitas inseguranças. Tudo era tão complicado. Mas minha vontade de fazer aquilo: ensinar francês, empreender, ajudar as pessoas a realizarem um sonho, me proporcionou coragem para arriscar e fui recompensada além das minhas expectativas.

Depois de 5 anos no Brasil, consegui realizar o grande sonho de me apaixonar por um brasileiro. Sempre brinco com os solteiros que querem se estabelecer no Québec que demorei 5 anos para entender a cultura brasileira suficiente para ter um relacionamento sério. Relacionamentos interculturais tem seus desafios, mas são muito enriquecedores e sexy 😉

Meu cônjuge tem uma filha de 17 anos e temos um menino de 5. Enfim, posso dizer que tenho uma família brasileira. Os idiomas se misturam na hora do jantar e todos sabem como aproveitar o melhor de cada cultura que conhecemos. É isso que eu buscava quando fui entrevistada para o documentário.

O que te deu vontade de voltar para o Québec?

Depois do documentário sair, todo mundo queria me explicar os motivos pelos quais os brasileiros querem imigrar para o Québec. No filme, eu dava a impressão que não entendia os motivos dos meus alunos. Na realidade, o que quis dizer é que não vivenciei as dificuldades pelas quais eles passaram. Enfim, com um filho de 4 anos, um cônjuge muito insatisfeito com o mercado de trabalho brasileiro e umas injustiças vivenciadas, resolvemos aproveitar que o Québec está num momento econômico muito bom para arrumar as malas.

Como está sendo a volta?

Acabamos de chegar então ainda está difícil dizer se nos adaptaremos. Já posso afirmar que não é fácil. Sou do Québec e enfrento dificuldades então imagino que deve ser o mesmo ou pior para os nossos alunos. Os funcionários da imigração são muito antipáticos. Achava os alunos um pouco desesperados na espera do visto até eu estar na mesma situação.

Profissionalmente, acho as oportunidades daqui mais atraentes e principalmente mais estáveis. O trabalhador québécois consegue impor seus limites. Meu objetivo profissional agora é encher o mercado de trabalho québécois de brasileiros para compensar a falta de mão de obra daqui. Estou convencida que o Québec tem muito a ganhar recebendo brasileiros e oferecendo a eles um espaço no mercado.

Assista aqui!

 

Palestra: inscrever-se na faculdade ou no Cégep

Você quer se inscrever numa faculdade ou num Cégep no Quebec?!

A palestrante Catherine Duranleau levará até vocês informações sobre o processo  de admissão no sistema de educação quebequense.

Principais assuntos que serão abordados:

  • Dicas para escolher cursos e instituições;
  • Admissão passo a passo;
  • Carta de motivação;
  • Cartas de referência;
  • CV;
  • CAQ;
  • Visto de estudante.

O evento acontecerá no sábado, dia 20 de fevereiro, às 18h00, na École Québec unidade Rio.

Inscrições até o dia 19 de fevereiro.

Para se inscrever, envie seu nome e o nome da instituição onde pretende estudar (se já tiver escolhido) para o e-mail comunicacao@ecolequebec.com.br

Atelier de Conversation

Honeycomb (1)
Quer praticar seu francês?

A ÉQ de São Paulo terá o seu primeiro Ateliê de conversação, Sexta-Feira, dia 12 de fevereiro às 19:30. Serão 2 horas de conversação facilitada por uma profesora. É um complemento perfeito para as suas aulas.
Esse primeiro ateliê é para as pessoas de nível B1-B2-B2C1.

R$5 para alunos em turma / R$15 para alunos particulares / R$ 70 para convidados

Inscrições até dia 10 de fevereiro
comunicacao@ecolequebec.com.br

Vagas limitadas (até 6 pessoas) e no mínimo 3 pessoas para a confirmação do ”atelier”