O que nos atraiu na École Québec?

Brunna e Rafael:

Um casal de alunos (e amigos) nossos, Brunna e Rafael, já estiveram na França antes de conhecer a École Québec, mas quando voltaram perceberam a necessidade de conhecer a língua principalmente para retornar as suas viagens. Agora, mais animados, eles planejam visitar Paris em agosto e dizem que o que mais os atraiu inicialmente no curso foi a sua rápida duração e como os alunos conseguem se comunicar facilmente com apenas 1 ano de curso, enquanto em outras escolas o curso pode durar mais de 5 anos devido às lições repetitivas. Depois de entrar no curso, o casal ficou especialmente atraído pela ¨jovialidade¨ do curso, pois as aulas não seguem fórmulas rígidas, mas se adaptam à necessidade deles. O ambiente de confraternização e amizade da École Québec fez com que eles se sentissem bem vindos e fizessem parte de uma turma muito dinâmica, jovem, aventureira e cheia de sonhos para suas vidas, o Québec e o Brasil.

Ricardo:

Em conversa com nosso aluno Ricardo, o que mais o atraiu no curso são as experiências com as pessoas. Ele é uma pessoa extremamente viajada e queria ficar fluente em outra língua além do inglês; já havia feito alguns meses de francês em outro curso reconhecido, mas que não o atraiu devido sua forma fechada e suas regras rígidas. Na École Québec, Ricardo valoriza muito o contato com pessoas de outros países e diz lucrar com a forte troca cultural. Ele avalia que o curso prepara bem o aluno e suas 2h:30 de aula passam com velocidade. Ricardo já adquiriu fluência em menos de 1 ano de aula devido a forte enfase na fala. Para ele, poder pegar filmes e livros emprestados na École é outra grande vantagem e também parabeniza a boa base dos professores, que segundo ele, possuem muita firmeza em sala de aula sobre a língua. Essa experiência de sair do cotidiano, de sair da rotina casa-trabalho e encontrar educaçao, fazer uma reciclagem e adquirir crescimento pessoal é o que ele procurava e encontrou na École.

Paulo e Janete (do documentário: o último que sair fecha a porta)

Nossa entrevista foi com a Soraia Tandel, no dia 28 de novembro de 2008. Nós estávamos bastante nervosos já fazia bem uns 15 dias, mas o dia D é algo especial. Chegamos meia hora antes. Nossa entrevista estava marcada para 15h00.
Quando chegamos fomos anunciados e subimos. Ao entrarmos, ficamos aguardando sermos chamados. A espera é dura e já estávamos bastantes nervosos.
Logo quando entramos, a Soraia nos pediu para sentarmos e começou a entrevista por mim (Paulo), acho que devido a eu ser o requerente principal, me pediu os passaportes e em seguida os diplomas e quanto tempo estudamos francês e para nossa surpresa ela nos disse que a École Québec é ótima e traz muitos alunos preparados e seguros do que estao falando e com objetivos concretos.
Ela perguntou sobre as áreas que trabalhei e sobre os meus cursos (técnico e superior).
Depois, ela me perguntou quais as áreas que eu pretendia trabalhar no Québec e o que eu conhecia do Québec, se já tínhamos visitado a Província, se tínhamos conhecidos ou até mesmo família no Québec e quais as razões que nos fizeram decidir imigrar. Eu disse que eu e a Janete já havíamos visitado o Québec e inclusive estudado francês e ela nos disse que isso foi muito importante, tanto por ter conhecido o lugar onde iriamos morar, como ter aprendido um pouco do sotaque e da cultura do Québec.
Ela também sugeriu que Montréal seria um ótimo lugar para habitar, mas para solteiros, no nosso caso Québec seria ideal, para trabalhar, estudar e construir uma família.
Logo mais, foi a vez da Janete a explicar sua área de formação e profissional, também fez as mesmas perguntas, eu acho que foi mesmo para verificar o nível de francês e se realmente estávamos certos do que estávamos querendo.
Depois de tudo explicado, ela começou a inserir dados no seu computador afim de verificar se tínhamos atingido as pontuações necessárias e obrigatórias para obter o CSQ (Certificado de Seleção do Québec).
Nessa hora, já estávamos bem mais tranquilos!
E que de repente ela diz: Parabéns, vocês foram aprovados e Bem Vindos ao Québec!
Ela nos explicou como seria dar entrada nos passaportes e no Processo Federal e nos deu o tal livrinho Aprendre le Québec.
E em seguida, disse, já podemos falar em português………. ufa……..
Nós ficamos muito contentes e aliviados, foram meses de preparação e espera por essa resposta!

Edimar e Luciana

Nossa entrevista foi feita pelo Monsieur Daniel Leblanc, ele foi super simpático e acolhedor e nos deixou bem confortável para podermos responder as questões. Nos perguntou para qual cidade iriamos emigrar e por que tinhamos escolhido a cidade, pediu para contarmos um pouco sobre o trabalho que tinhamos na época e também os trabalhos anteriores.

Entendemos tudo que ele perguntava e em momento algum precisamos perdir para ele repetir as questões. Quando ele começou a pedir para mostrarmos os documentos e viu que tínhamos estudado na École Québec, ele riu e fez uma brincadeira dizendo que era por isso que falávamos e entedíamos bem o francês, que ele já havia entrevistado outros alunos e que todos tínhamos bons histórico, estávamos bem preparados para a entrevista e tínhamos um bom francês. Ele olhou todos os documentos que comprovava todas as experiências que tínhamos relatado anteriormente.

Tinhamos feito um projeto de emigração e ele ficou bem impressionado e elogiou nossa pesquisa. Tudo o que nós respondiamos e que ele comprovava com os documentos ele se virava para o computador e me parecia marcar os pontos. Me fez uma pergunta em inglês e logo retornou para o francês. Após quase uma hora de entrevista ele disse uma frase que nós nunca esqueceremos : Le Québec vas tomber d’amour pour vous. Vous êtes acceptés. Este foi pra nós o melhor momento do processo que só foi menos importante que a chegada ao Canadá.

Nossa entrevista durou aproximadamente 1 hora, ele nos deu diversas dicas de como procurar um trabalho, o que fazer aqui no momento da chegada. Podemos dizer que foi mais um bate-papo do que uma entrevista, e hoje acredito que esta tática funciona super bem, pois além de nos deixar mais à vontade acredito que ele consiga saber muito mais sobre os futuros emigrantes.

Agrademos a nossas professoras e professoras da École Québec , recomendamos fortemente para todos que querem emigrar, além da velocidade com que aprendemos o francês o fato de ser francês quebequense faz toda a diferença quando se chega aqui.

Boa sorte a todos e mais uma vez obrigada!

 

Mirela e Ricardo

Depois de 10 meses no Québec e de um período de adaptação e preparação aqui para enfrentar melhor o mercado de trabalho, estamos contentes que nosso sonho começa a tomar forma.

Estamos felizes e muito agradecidos à École Québec, representando todos os profesores que tivemos, que durante esse período de preparação para imigrar, nos ajudou a viver um pouquinho do Québec mesmo ainda estando no Brasil!

O que vocês ensinaram foi muito mais do que francês 🙂

Relato de Entrevista – 19 novembre 2008

Antes de começar nosso relato, irei descrever nossos perfis e também já dizer de antemão que a nossa entrevista estava marcada no dia 12/11/08. Às 15h30, já estávamos com o nosso CSQ!

Perfis:

Mirela – Requerente Principal

28 anos

Graduada em Arquitetura e Urbanismo desde 2002

4,5 anos de experiência

368 horas de francês

Ricardo- Esposo

28 anos

Graduado em Arquitetura e Urbanismo desde 2003

Curso Técnico em Edificações

2,5 anos de experiência

228 horas de francês

Entrevista:

Chegamos ao CENU 14h30 e avisamos na portaria da nossa presença, e na mesma hora percebi que a recepcionista possuía uma lista com os horários da entrevista e na intenção de acalmar a minha ansiedade fiz a seguinte pergunta:

– Quem devemos procurar para a entrevista?

A resposta foi imediata:

– MS. Eddie Alcide

Fomos avisados que as entrevistas estavam com 1hora de atraso.

Na sala de espera já no 15º andar onde estávamos com mais 2 pessoas que também esperavam, logo apareceu a Mme. Soraya Tandel se desculpando pelo possível atraso e dizendo que a causa disso era a queda do sistema e que possivelmente sairíamos dali com a nossa resposta, porém sem o papel, que seria enviado por correio o mais rápido possível.

Agradecemos a atenção e continuamos na nossa espera.

Para nossa surpresa, após todos saírem, passaram-se apenas 15 minutos de atraso e fomos chamados pelo MS. Alcide, que por sua vez foi muito profissional e tranqüilo.

Começou nos perguntando se preferíamos a entrevista em inglês ou em francês e a resposta foi:

– Eu prefiro francês mas se o Sr. preferir eu posso fazer em inglês. Meu marido também fala francês.

Ele sorriu e olhou para mim perguntando em inglês e prontamente respondi que sim e na seqüência vieram algumas perguntas do tipo: Onde você aprendeu? Quanto tempo estudou e por quê?

Bem essas foram as únicas perguntas em inglês.

Ele começou na seqüência a pedir meus documentos de comprovação de trabalho e eu fui mostrando. Tínhamos cartas assinadas de nossos empregadores em francês assim como holerites e carteira de trabalho e acreditamos que as cartas ajudaram em muito, já que nelas estavam todas as funções descritas assim como quantidade de horas. Assim que se deu por satisfeito pediu meu diploma e começou a digitar.

Pediu nossa certidão de casamento.

Dirigiu-se ao Ricardo e começou a pedir os diplomas e comprovações de trabalho dele. Das quais olhou apenas o necessário, a primeira delas. Perguntou algumas informações sobre Faculdade que ele estudou e do curso técnico.

Enfim, fez algumas afirmações sobre as dificuldades de Equivalência de Diploma e a nossa intenção de ter o titulo de Arquiteto reconhecido pela OAQ (Ordem dos Arquitetos do Québec) e disse que esse processo poderia tomar mais de 4 anos. De prontidão respondemos que tínhamos um plano bem definido para isso e que estávamos preparados para trabalhar como desenhistas e assistentes de arquitetos. Mostramos também um dos 3 organogramas que o Ri desenvolveu de como faremos esse processo e quais nossos planos para cada fase de adaptação.

A próxima pergunta foi:

– E se vocês não encontrarem trabalho?

– Não acreditamos que teremos problemas porque segundo nossas pesquisas, temos um mercado grande para explorar. Daí mostramos toda nossa pesquisa de mercado e vagas de emprego da nossa área no nosso plano.

E ele volta a digitar. Estávamos em silêncio quando o interrompemos para deixar claro que estávamos à disposição para falar em francês, caso ele quisesse. Muito educadamente virou a cadeira e disse:

– Vá pensando em alguma coisa para me dizer enquanto eu termino aqui.

No final ele já estava imprimindo o nosso CSQ e eu sem perceber comecei a mostrar um portifólio falei bastante de trabalho e ele se interessou no começo, fez uma pergunta e logo disse:

– Estou contente de dizer que vocês foram aceitos pelo Quebec.

Bom eu e o Ri nos olhamos muito felizes e enquanto ele assinava nosso CSQ nos disse que nós parecíamos estar preparados, com vários materiais, mas que também deveríamos estudar MUITO mais francês para chegarmos no Québec no ponto de encontrarmos um trabalho.

Sem comentar que o Ri ficou rindo de mim, pois eu estava lá falando como uma tagarela sobre o meu trabalho e o entrevistador tentando nos entregar o CSQ…rsrsrs nem vi o tempo passar.

Agradecemos, trocamos mais algumas palavras e saímos da sala, caminhando nas nuvens de tão felizes!!!

Impressões pessoais:

– Percebemos que ninguém está lá para impedi-lo e muito menos aprová-lo automaticamente, portanto é necessária uma postura ativa SIM. Postura essa que é utilizar das perguntas dele para dar respostas longas, falar sobre o plano de imigração e mostrar o seu francês.

– Tínhamos um Plano de Vida completo e com uma apresentação especial (um pouco até para mostrar a aplicação das nossas aptidões profissionais) , que foi usado 10%. Apesar de o entrevistador ter olhado nosso plano a fundo, ele foi fundamental para o nosso amadurecimento, planejamento e tomada de decisões, nos dando mais segurança para a entrevista, pois sabíamos que se precisássemos tínhamos previsto algumas situações futuras.

Concordamos com nossos amigos que já estão no Québec, de que a entrevista apesar de fundamental para o processo, é um pequeno passo para imigrar, e toda preparação, troca de experiências e pesquisa feita daqui ajuda na adaptação nas tão sonhadas terras Quebecoises!

Ana

Estudar na École Québec foi indiscutivelmente o melhor passo que dei para o meu projeto de imigração. Aprender o francês com o acento quebequense e dentro do contexto cultural do Québec me fez muita diferenca. Nada como conhecer bem o terreno antes de aterrissar nele.

Abraços a todos,

Ana (aluna da École Québec em 2008)

 

Fulvio Tarifa Toniato

Quando comecei a estudar na École Québec, eu vinha de uma base de Francês da França cursado em outra escola e confesso que achei o começo um pouco difícil por causa daquela pronúncia québecoise tão diferente.

Eu assistia aos vídeos e ouvia as músicas do Qúebec que me deixaram preocupado a ponto de pensar se eu realmente conseguiria me adaptar a aquela maneira diferente de falar francês. Mas, afinal, não há nada melhor para aprender uma língua do ter aulas com um professor nativo. Aí então meus tropeços e receios do começo foram se transformando na certeza de ter feito a escolha certa em me matricular na ÉQ, especialmente quando fiz minha entrevista no escritório de imigração do Québec.

E quando eu tive que me mudar de São Paulo para o Rio de Janeiro lá estava a ÉQ Rio pra não me deixar na mão.

Na ÉQ eu aprendi muito mais do que o francês. Eu conheci de tudo um pouco do lugar que em pouco menos de um mês será minha nova casa. Aprendemos um pouco de história da província, discutimos as relações sociais, o mercado de trabalho e as questões sobre moradia (onde morar? alugar um 3 ½ ou um 4 ½ ? tout-inclus? meublés? demi-meublés?), conversamos sobre o sistema de ensino e as instituições do Québec, conhecemos um pouco sobre as festas, festivais e esportes de inverno que agitam as cidades, etc.

Eu tive ótimos professores e fiz muitos amigos-futuros vizinhos no Québec. Essa foi uma experiência que certamente me fará toda a diferença assim que eu chegar na Província.

Merci beaucoup Catherine, Raphael et tous mes professeurs de l’ÉQ !

On se voit au Québec!

 

Jacson Muniz

Estou há um mês vivendo em Montréal e apesar de ser uma vila praticamente bilingue, francês e inglês, sinto que na tratativa com as pessoas “québécoises”, o uso do francês é sempre mais amigável e mais bem recebido.

Não é fácil compreender o francês de Québec, mas com certeza o esforço de tentá-lo entender é bem valorizado. Nesses momentos percebo quanto foi útil e proveitoso estudar francês na École Québec enquanto morei no Rio de Janeiro, o contato constante com professores e amigos vindos de Québec ajudaram muito na minha integração aqui, pois além de aprender o idioma de forma prática, pude conhecer expressões e praticar meu ouvido para o “sotaque” de Québec, conhecer um pouco da cultura deles mesmo antes de sair do Brasil, ter acesso a filmes e livros produzidos em Québec, saber quais são ferramentas básicas utilizadas no dia-a-dia de um habitante de Québec e sobretudo, fazer grandes amigos com os quais posso reencontrar aqui e me sentir como se já morasse aqui há muito tempo.

 

Rubens e Tati

Nosso processo de obtenção do CSQ foi relativamente rápido pra época (começo de 2007, não sei como está hoje) e durou uns oito meses, da entrada com o pedido até o CSQ. Entramos com o pedido em janeiro et em agosto já estávamos com o CSQ em mãos. Minha esposa, a Tatiana, é administradora de empresas e eu sou engenheiro mecânico. A Tati foi aplicante principal e, durante todo o período antes da entrevista ela fez uma pesquisa extensiva sobre o Québec. Fomos uns dos primeiros alunos da École Québec e a nossa querida professora Catherine Potvin nos ajudou MUITO nesta época, com a documentação, com a tradução dos curriculos et principalmente com a preparação para a entrevista. A entrevista, por sinal, foi absolutamente tranquila, mesmo o entrevistador sendo um chato (M Carl Teixeira). Foi interessante, num dado momento da entrevista, quando ele nos perguntou onde estudamos francês, já que falávamos tão bem. Dissemos que fizemos o intensivo com uma professora québécoise na École Québec. O sorriso disfarçado de M. Teixeira o denunciou, ele estava bastante satisfeito com o nosso nível de francês et de notar como estávamos bem preparados para imigrar. Lembro muito bem do que ele disse no final da entreviste: “Ça me fait plaisir de vous dire que vous êtes acceptés. Félicitations!” No fundo, acho que é mais ou menos isso que os entrevistadores avaliam, ou seja, a sua capacidade de adaptação a uma situação nova e bastante desafiadora, muito mais do que simplesmente verificar a validade das informações fornecidas.

Durante nossa preparação com a Catherine, tivemos oportunidade estudar com outras professoras também. Teve a Camille, prima da Catherine (nunca mais vou esquecer: Cami-iô, Cami-iô-iô, Camiiie, hehehehe), depois a Maude-1 et o Jean-Nicolas. O mais bacana foi aprender o sotaque tipicamente québécois. Isso, pra gente, ainda faz muita diferença também, porque as pessoas dizem (em francês, lógico), vocês falam muito bem francês, onde aprenderam? …Com uma professora québécoise que mora em São Paulo…” e lá vem um discreto sorriso de aprovação logo em seguida. O contato com o nativo é MUITO importante pro aprendizado da língua, comme il faut. O francês da França é outro planeta, tipo o português de Portugal.

Depois, teve os pais da Catherine também, o Roméo et a Marie, que são duas pessoas muito bacanas também. Ficamos os primeiros dias na casa deles em Saint-Raymond logo que chegamos ao Québec. Outra coisa bacana é a rede de amigos que você faz na École Québec, que no final, serão seus amigos aqui no Québec também. E teve os churrascos, as imersões, o material, etc.

Enfim, dava pra falar muito mais coisas aqui sobre a nossa preparação, mas o que me pareceu mais bacana falar foi a relação que construimos com a Catherine, uma pessoa muito querida pra gente (e para os outros alunos também), e tudo o que ela fez por nós et pelo francês que falamos hoje. Se hoje estamos bastante bem aqui no Québec, a Catherine/École Québec tem participação importantíssima em tudo isso.

 

Danilo Bertholini

Conheci a École Québec pouco antes de viajar a Montreal para estudar francês e conhecer a província de Quebec. Decidi fazer 1 mês de curso para me ambientar com o idioma e também conhecer a metodologia da escola caso decidisse estudar nela novamente.

Certamente foi uma ótima escolha, a dedicação da EQ em nos preparar para o processo de imigração é um diferencial e tanto! Não se trata apenas de mais um curso de francês e sim uma escola rica em cultura e vivência Québecoise, os professores são nativos do Québec e sempre levam para a sala de aula situações do quotidiano. Eles se preocupam em nos auxiliar no processo, construção do projeto de imigração, entrevista, etc.

Bem, só tenho elogios à École Québec e sempre que alguém procurar alguma indicação de curso de francês, são eles a minha indicação.