Como foi nossa preparação para o IELTS

É ótimo saber quando acertamos e quando ainda precisamos aprimorar em algum ponto, não é verdade?

Pensando nesse aspecto, queremos com orgulho compartilhar nossos acertos a fim de continuar oferecendo os melhores serviços.

Confira a experiência que os alunos Jaimes M Rodrigues Jr. Russi e Jaqueline M. J. Russi Rodrigues tiveram conosco ao se prepararem para o exame IELTS.

O professor Wesley trabalhou conosco todas as quatro habilidades linguísticas do IELTS, clara e efetivamente.  Devido ao curto prazo que tivemos,  já não nos sentíamos confortáveis e estávamos pouco confiantes de que conseguiríamos aprimorar algo ou ao menos mostrar aos examinadores quais seriam as nossas reais habilidades na língua inglesa durante o teste.

Nos primeiros momentos, ele guiou  e ajudou à mim e minha esposa, e assim descobrimos os pontos em que mais necessitávamos melhorar nosso desempenho individualmente. As aulas são focadas em prática de simulados, atividades e diversos materiais extras: nada comparado aos regulares materiais didáticos prontos.

Os Mock Tests realizados foram essenciais para não perdermos tempo com a leitura e compreensão da estrutura da prova.  Recebemos instruções e dicas, rápidos feedbacks em todos as composições do Writing (escrita) e várias Reading passages e  listening practices.

A última aula (pré- teste) foi tranquila e motivadora! As 10 horas/aulas num intervalo de 20 dias foram imprescindíveis para  alcançarmos notas 6.5 e 7.0. Agradecemos à École e especialmente ao professor Wesley Ike por isso. Sem dúvidas, recomendamos as IELTS classes

A trajetória de Paulo ao Quebec: uma história de desafio e sucesso

 

Paulo e sua esposa, Janete, ao receberem a cidadania canadense no dia 29/01/2015.

Por Amanda Cordeiro

Conheça a história bem-sucedida rumo ao Quebec de nosso ex-aluno, Paulo Egashira

 

Residente no Québec há pouco mais de cinco anos, Paulo Henrique Egashira, ex-aluno da École Québec de São Paulo, nos conta a respeito de seu processo de adaptação e já nos adverte: “acredito que se deve ter em mente que o Quebec não é o Brasil e o importante é evitar fazer comparações. Deve-se tentar viver a realidade local, não a realidade do Brasil. Mudar de país é uma mudança enorme e resistir a ela é a pior coisa que se pode fazer. Quanto maior for a resistência à mudança, pior será a adaptação”.

Ainda sobre o Quebec, Paulo diz que o mercado de trabalho em si é muito bom, principalmente a região da capital. Com relação a carga horária, a maioria das pessoas trabalha de 35 a 40 horas semanais, segundo Paulo.

“Vou chover no molhado, mas não custa lembrar que vale transporte e vale alimentação não existem. As férias são de duas semanas, mas há empresas que dão o benefício de quatro semanas anuais”, esclarece o brasileiro.

Para Paulo, pai da pequena Sophie, nascida em Quebec, o humor do Quebec ainda não é convidativo, como explica: “Eu não consigo rir de muita coisa ainda. Às vezes eles riem descontroladamente de algo que, pra mim, nem é tão engraçado. O oposto também existe. Estou tentando entender ainda como funciona”.

Nosso ex-aluno considera ter atingido suas expectativas durante o processo de imigração e reitera o pensamento de que não existe lugar perfeito e nos explica que “o Quebec tem sim seus problemas, alguns graves, eu diria; mas, acredito que as coisas positivas superam as negativas em muito. Minha filha nasceu no Quebec. Tenho consciência de que não se deve dizer nunca, mas, por hora, não tenho nenhum plano de retornar ao Brasil”.

O processo de validação do diploma – de T.I. – foi simples, bastou levar ao MICC (Ministère de l’Immigration et des Communautés Culturelles) e eles fizeram o trabalho. “Para a área de informática não há problemas. Caso você consiga um emprego antes da validação, o empregador pode lhe dar uma carta pedindo para que a validação seja acelerada. Eu mesmo usei este recurso”, conta Paulo.

Ao ser questionado sobre o mercado de trabalho de T.I no Quebec, Paulo o considera bem aquecido em todos os ramos. “O governo exige muito e as empresas contratam bem. O mais importante é o seu nível de francês. Mesmo que você não use muito o francês no trabalho, se você não falar bem, não fará uma boa entrevista. E é durante a entrevista que se discutem os salários…”

Paulo, que recebeu a cidadania canadense no mês de janeiro deste ano junto com sua esposa, Janete da Silva Avelino Egashira, trabalha atendendo os clientes pelo telefone e, por isso, considera ter menos dificuldade que outros. “Mas quando eu cheguei, sim. Eles têm uma ampla variedade de sotaques também, como no Brasil. Então eu digo a você mais uma vez, o mais importante é o seu nível de francês”, conta ele.

Convite para a palestra “Minha trajetória até o Quebec”, com Gianni Bueno

Gianni Bueno, ex-aluno da École Québec de São Paulo, imigrou para o Canadá em março de 2013 e prontamente nos ofereceu uma conversa descontraída para contar sobre sua experiência no Quebec.

Ao ser questionado por que aceitou vir até nós e compartilhar suas experiências, Gianni responde: “Gosto de ajudar as pessoas que têm interesse de imigrar e nada melhor do que contar a experiência de um imigrante. Contar como é a realidade pra ajudar a quebrar mitos e criar boas expectativas e boa visão do que é a imigração, a vida no Canada e, principalmente, no Québec”.

Gianni imigrou com o visto permanente em março de 2013 e nos conta que o processo federal durou oito meses no total.

“Acho que vale mencionar que apesar de meu processo ter sido rápido, eu não tinha prioridade, mas como consegui um contrato de trabalho em uma missão de recrutamento, eu pude acelerar meu processo federal, pois ele já estava em andamento. Outra coisa a mencionar é que eu gosto não só da cidade de Quebec e do Canadá em geral, mas gosto muito do modo de vida e dos quebequenses”, finaliza Gianni.

 

Se interessou pela trajetória do Gianni? Quer ter a oportunidade de conhecê-lo e tirar algumas dúvidas sobre o processo?

O evento será dia 07/05 (próxima quinta-feira), às 19h30, na École Québec de São Paulo.

Envie um e-mail para comunicacao@ecolequebec.com.br informando seu nome completo.

Como as vagas são limitadas – devido ao tamanho da sala disponível para a palestra -, o aluno só deve considerar a participação confirmada, após receber um e-mail do departamento de comunicação da escola.

Aguardamos vocês!

Janete, uma brasileira no Quebec

Janete e sua filha, Sophie

 

Por Amanda Cordeiro

Conheça a história da nossa ex-aluna, Janete da Silva Avelino Egashira, que mora no Quebec há cinco anos

 

Sair de seu país para morar em outro não é uma decisão fácil, ainda que os problemas de sua terra natal legitimem a sua escolha.

Antes que caiamos no lugar-comum, é necessário ressaltar que não é apenas a realidade negativa de um local que propicia a saída de seus habitantes. A busca por melhores condições de vida também é um ponto a ser considerado.

“Viver no Québec está sendo uma experiência extraordinária, nunca havia pensando em viver em outro país, só vivendo uma experiência como esta que sabemos quanto é bom para o crescimento pessoal e profissional também”, destaca Janete ao comentar sobre os prós e contras de sua nova morada.

No começo de sua vida no Quebec, Janete ficou insegura por não falar muito bem o francês e ter que superar os desafios de viver em uma cidade onde não tinha a família para dar o apoio, já que somente o seu esposo, Paulo Henrique Egashira, embarcou com ela nesta jornada.

Janete nos confessa se sentir desconfortável ao saber dos problemas de sua terra natal e ter que falar sobre eles: “Já ouvi muitas pessoas dizerem que quando alguém mora fora do Brasil fica falando mal, não falo mal do Brasil, eu falo dos problemas e realidades do Brasil”.

Os prós da mudança


Sobre os pontos positivos, Janete diz que “não posso me esquecer do sistema de transporte que realmente funciona, do sistema escolar que é muito barato e tem subsídio do governo, além do sistema de saúde que é gratuito”.

Outro ponto destacado por Janete é o fato das empresas contratarem seus funcionários pela experiência e não apenas pela formação acadêmica.

“Os pontos favoráveis que encontrei aqui nesta terra são as pessoas tentando te ajudar e ao mesmo tempo conhecer a sua cultura e suas diferenças”, conta a brasileira que se lembra de ter ficado impressionada com a reação dos quebequenses ao saber de sua decisão de morar lá e abrir mão de “um país quente e pleno de praias”.


Para muitos, ter o primeiro filho é um momento desafiador, e não foi muito diferente com Janete. “Eu achei de grande importância o foco que o Quebec dá para a mulher a partir do momento em que ela engravida. Temos o apoio de pessoas capacitadas que te dão todas as informações desde o primeiro mês de gravidez até o nascimento do seu filho.”

Janete nos conta que o sistema de saúde gratuito realmente funciona e que o acompanhamento desde a primeira consulta com o médico até as visitas de uma enfermeira em sua casa – depois do nascimento do seu filho – faz toda a diferença.

“Tive o apoio que jamais teria no Brasil, um profissional que me visitava uma vez por semana durante um mês, acompanhando o desenvolvimento da minha filha e me orientando em tudo de que eu precisava… sem falar da licença maternidade que é até um ano e paternidade, que é até um mês: benefícios que no Brasil com certeza nós não teríamos”, ela conta.


O que Janete divide conosco a seguir é uma dica aos que passam ou passarão pela mesma experiência: “Uma coisa que fizemos antes de imigrar foi não parar de estudar. Muita gente passa na entrevista e pronto só fica esperando o dia da imigração e não quer saber de estudar, quando chega aqui fica complicado”.

No começo, a adaptação ao idioma foi difícil: “Hoje é bem diferente, depois que você começa a trabalhar, a conviver com eles fica muito mais fácil de entendê-los. Na verdade, ainda não entendo algumas piadas, mas posso dizer que estou muito mais à vontade hoje que há cinco anos. Com certeza a prática é muito bem-vinda, se você não fala ou escreve, é natural esquecer o que foi estudado”.

Feliz com os resultados obtidos no mercado de trabalho do Quebec, as expectativas de Janete foram alcançadas “e até surpreendentes”, como ela diz.


“Achei muito interessante você mesmo fazer seu marketing, ir diretamente nas empresas e deixar seu currículo ou até mesmo ver em anúncios de supermercados e nas portas das lojas onde estão precisando de tais profissionais. Viver em Quebec é muito bom, tranquilo e seguro.”

Quando perguntada sobre a possibilidade de voltar a morar no Brasil, Janete revela a reação que qualquer um de nós está suscetível a ter ao nos afastarmos dos entes queridos: “No começo, longe da família, com certeza bate aquela saudade de revê-la, mas somente nesse sentido. Nunca pensei em desistir de ficar por causa do inverno, trabalho ou mesmo moradia, tinha certeza que tudo daria certo… como deu! Brasil, somente em férias”.

 

Entrevista com Adriana Souza, ex-aluna da École Québec de São Paulo

École Québec

Confira a conversa com a coach de corpo e alma e florais de Bach, Adriana Souza. O bate-papo cobriu diversos assuntos, desde a experiência pessoal pelo processo de imigração até questões sobre o aprendizado do francês falado no Quebec.

Link: >> https://www.youtube.com/watch?v=jt2Q5LFPBBo

Dúvidas, sugestões e comentários podem ser encaminhados para o departamento de comunicação: comunicacao@ecolequebec.com.br

Como imigrei para o Quebec

 

Foto: Marcio Ribeiro / Acervo pessoal

Conheça a história do jornalista Marcio Ribeiro, residente do Quebec há seis meses

Por Amanda Cordeiro

Os planos para a imigração

Marcio Ribeiro, ex-aluno da École Québec do Rio de Janeiro, contou para nós como foi o processo de imigração. Acompanhe a entrevista e entenda por que o Quebec é um destino tão especial para muitos brasileiros.

O jornalista conta que tudo começou em agosto de 2009 quando começou a considerar a imigração e traçou alguns planos para alcançar seu objetivo. Em busca de uma experiência diferente a fim de conhecer novas culturas, Marcio e Fernanda Rodrigues, sua esposa, resolveram procurar alternativas para realizar este sonho.

“Nunca sequer cogitamos a hipótese de morar ilegalmente em algum lugar. Por isso, pesquisamos os países que incentivavam a imigração. Encontramos o Canadá e a Austrália. Na época descobrimos que um amigo nosso estava para vir para cá [Quebec] e conversamos com ele. Quando ele nos falou do Quebec, explicou como o povo daqui pensava, falou um pouco da cultura, foi uma paixão instantânea”, conta.

Marcio e a esposa conheceram Montreal em 2010 e a sensação foi como se estivessem em casa. Logo após o retorno ao Brasil, o casal deu entrada na papelada. Para o jornalista, Fernanda foi a grande responsável pelo sucesso de todo o processo, pois os dois mantiveram o mesmo pensamento durante a experiência.

A dica que o jornalista deixa para os que desejam imigrar é “só imigre se tiver absoluta certeza. Se não for assim, dificilmente dará certo. Pare, repense, veja todos os cenários possíveis antes de decidir”.

A École Québec

Em 2009 através do amigo que apresentou o Quebec, Marcio se interessou pela ideia e pesquisou o assunto em comunidades no Orkut¹ que tratavam sobre o processo de imigração. Uma delas em especial organizava encontros mensais para promover a troca de ideias e experiências. Em um desses encontros, o jornalista viu um folder da École Québec, que começava a se expandir no Rio de Janeiro. Após conhecer a escola, Marcio efetuou a matrícula.

“Na École aprendi muito sobre a cultura e história do Quebec. E isso está sendo fundamental na nossa adaptação porque já chegamos bem preparados, sabendo o que iríamos encontrar.”

Estudar na École Québec forneceu muita bagagem cultural para o casal, uma vez que ao chegar em Quebec ambos puderam contar as amizades feitas com ex-alunos e professores, os quais foram fundamentais no período de adaptação. “E como um amigo apresenta o outro, desde a nossa chegada esse grupo só cresce”, explica Marcio.

“Às vezes encontro sul-americanos que moram aqui há bastante tempo e se espantam como conhecemos bem a província. Além disso, os professores quebequenses nos dão uma facilidade maior de comunicação e contato com o sotaque, que é muito diferente do falado na França. Mas o principal mesmo foram os amigos que fiz. Como dividimos histórias parecidas e o sofrimento durante o processo, a gente acaba se aproximando.”

O processo de imigração

Desde a entrada na École, em dezembro de 2010, o envio da papelada para o processo provincial, em julho de 2011, e o recebimento do visto, em janeiro de 2014, o processo demorou, ao todo, três anos.

Marcio conta que o processo para eles foi extremamente difícil do ponto de vista emocional, pois havia muitos passos a seguir, documentos a enviar e muito tempo sem resposta ou previsão de finalização.

Outra dica importante que ele nos deixa é pesquisar muito sobre tudo: “Tenha certeza absoluta se você realmente quer imigrar. Todo mundo tem vontade de morar fora do Brasil, mas não é para qualquer um. E não falo isso como algo pejorativo, mas simplesmente como uma constatação de perfis diferentes”.

O casal optou por esperar até que se sentissem seguros no francês e, talvez por isso, a fila de processos travou durante muito tempo e coincidiu de haver uma greve dos consulados canadenses pelo mundo. Marcio ressalta que “imprevistos como esse podem acontecer, então como não há previsão do tempo do processo, mande os documentos assim que possível. No fim, todo o sacrifício acaba valendo a pena”.

A nova vida no Quebec

“O que eu mais gosto no país é a possibilidade de conhecer gente do mundo inteiro, falar dois idiomas e ter contato com culturas tão diferentes.”

Desde abril deste ano no Canadá, na província do Quebec, Marcio conta com uma bolsa do governo para fazer um curso integral de técnico de cinema e TV – uma formação intensiva – que irá complementar o seu diploma universitário em jornalismo, pois o curso é mais voltado para o mercado de trabalho.

O nascimento do Montreal na Real

Após chegar ao Quebec, Marcio aproveitou sua experiência de mais de 15 anos no jornalismo e decidiu criar um blog para manter sua família informada sobre o dia a dia e as novidades. O blog começou a ser acessado por pessoas interessadas no processo de imigração, as quais frequentemente entravam em contato com ele pedindo informações.

Como na época o jornalista não trabalhava, ele fez alguns vídeos dos passeios pela cidade e postou o conteúdo no blog. A ideia de fazer um canal surgiu através do sócio, Rogério Tanganelli, que também é jornalista. “Em 10 minutos já tínhamos a ideia, nome, quadros, pautas e muita empolgação. Tentamos dividir as tarefas e pensamos juntos as pautas, discutimos textos e ideias de filmagem. Ele tem muita experiência em televisão no Brasil e é quem faz o trabalho pesado de edição. Nos conhecemos aqui, mas parece que somos amigos há anos”.

O objetivo do canal surgiu da vontade de ajudar outras pessoas que, como eles no começo do processo, tinham sede de informações sobre a cidade e o Canadá de maneira geral. “Nossos objetivos eram modestos: praticar o que aprendemos e nos divertir, mas o canal foi um sucesso instantâneo e está crescendo muito a cada dia.”

Rogério e Marcio têm alguns projetos em vista e estão formatando a abertura da empresa, para que o canal Montreal na Real seja uma produtora. “Já fizemos alguns trabalhos nesse sentido e temos sido procurados por brasileiros que têm empreendimentos interessados em vídeos institucionais. Então daqui a alguns meses acredito que estaremos em plena produção, não apenas de conteúdos próprios, mas também encomendados”.

O maior público do canal é de brasileiros que pensam em imigrar ou que já estão no Quebec, mas querem se informar sobre os temas que abordamos. Segundo Marcio, um fato interessante é que as estatísticas do site têm mostrado que o canal tem sido acessado por internautas dos Emirados Árabes, Austrália e Rússia. “Acho que nosso formato une informação com uma linguagem diferente do que as pessoas estão acostumadas na internet, e isso acaba sendo universal”, explica Marcio.

No fim da entrevista, Marcio conta que até agora não sentiu saudade de absolutamente nada, pois tem vivenciado muitas coisas novas e que não sobra tempo de sentir saudade. O contrário acontece em relação aos familiares: “Mas das pessoas, é outra história. Se pudesse, traria família e amigos para morarem aqui. Como isso não é possível, a gente arruma uma maneira de lidar com a saudade”. Marcio tem planos de visitar o Brasil em 2015, mas ainda depende de como estará sua vida profissional.

¹Rede social desativada em 30 de setembro deste ano, projetada pelo engenheiro turco Orkut Büyükkökten.

 

O que nos atraiu na École Québec?

Brunna e Rafael:

Um casal de alunos (e amigos) nossos, Brunna e Rafael, já estiveram na França antes de conhecer a École Québec, mas quando voltaram perceberam a necessidade de conhecer a língua principalmente para retornar as suas viagens. Agora, mais animados, eles planejam visitar Paris em agosto e dizem que o que mais os atraiu inicialmente no curso foi a sua rápida duração e como os alunos conseguem se comunicar facilmente com apenas 1 ano de curso, enquanto em outras escolas o curso pode durar mais de 5 anos devido às lições repetitivas. Depois de entrar no curso, o casal ficou especialmente atraído pela ¨jovialidade¨ do curso, pois as aulas não seguem fórmulas rígidas, mas se adaptam à necessidade deles. O ambiente de confraternização e amizade da École Québec fez com que eles se sentissem bem vindos e fizessem parte de uma turma muito dinâmica, jovem, aventureira e cheia de sonhos para suas vidas, o Québec e o Brasil.

Ricardo:

Em conversa com nosso aluno Ricardo, o que mais o atraiu no curso são as experiências com as pessoas. Ele é uma pessoa extremamente viajada e queria ficar fluente em outra língua além do inglês; já havia feito alguns meses de francês em outro curso reconhecido, mas que não o atraiu devido sua forma fechada e suas regras rígidas. Na École Québec, Ricardo valoriza muito o contato com pessoas de outros países e diz lucrar com a forte troca cultural. Ele avalia que o curso prepara bem o aluno e suas 2h:30 de aula passam com velocidade. Ricardo já adquiriu fluência em menos de 1 ano de aula devido a forte enfase na fala. Para ele, poder pegar filmes e livros emprestados na École é outra grande vantagem e também parabeniza a boa base dos professores, que segundo ele, possuem muita firmeza em sala de aula sobre a língua. Essa experiência de sair do cotidiano, de sair da rotina casa-trabalho e encontrar educaçao, fazer uma reciclagem e adquirir crescimento pessoal é o que ele procurava e encontrou na École.

Paulo e Janete (do documentário: o último que sair fecha a porta)

Nossa entrevista foi com a Soraia Tandel, no dia 28 de novembro de 2008. Nós estávamos bastante nervosos já fazia bem uns 15 dias, mas o dia D é algo especial. Chegamos meia hora antes. Nossa entrevista estava marcada para 15h00.
Quando chegamos fomos anunciados e subimos. Ao entrarmos, ficamos aguardando sermos chamados. A espera é dura e já estávamos bastantes nervosos.
Logo quando entramos, a Soraia nos pediu para sentarmos e começou a entrevista por mim (Paulo), acho que devido a eu ser o requerente principal, me pediu os passaportes e em seguida os diplomas e quanto tempo estudamos francês e para nossa surpresa ela nos disse que a École Québec é ótima e traz muitos alunos preparados e seguros do que estao falando e com objetivos concretos.
Ela perguntou sobre as áreas que trabalhei e sobre os meus cursos (técnico e superior).
Depois, ela me perguntou quais as áreas que eu pretendia trabalhar no Québec e o que eu conhecia do Québec, se já tínhamos visitado a Província, se tínhamos conhecidos ou até mesmo família no Québec e quais as razões que nos fizeram decidir imigrar. Eu disse que eu e a Janete já havíamos visitado o Québec e inclusive estudado francês e ela nos disse que isso foi muito importante, tanto por ter conhecido o lugar onde iriamos morar, como ter aprendido um pouco do sotaque e da cultura do Québec.
Ela também sugeriu que Montréal seria um ótimo lugar para habitar, mas para solteiros, no nosso caso Québec seria ideal, para trabalhar, estudar e construir uma família.
Logo mais, foi a vez da Janete a explicar sua área de formação e profissional, também fez as mesmas perguntas, eu acho que foi mesmo para verificar o nível de francês e se realmente estávamos certos do que estávamos querendo.
Depois de tudo explicado, ela começou a inserir dados no seu computador afim de verificar se tínhamos atingido as pontuações necessárias e obrigatórias para obter o CSQ (Certificado de Seleção do Québec).
Nessa hora, já estávamos bem mais tranquilos!
E que de repente ela diz: Parabéns, vocês foram aprovados e Bem Vindos ao Québec!
Ela nos explicou como seria dar entrada nos passaportes e no Processo Federal e nos deu o tal livrinho Aprendre le Québec.
E em seguida, disse, já podemos falar em português………. ufa……..
Nós ficamos muito contentes e aliviados, foram meses de preparação e espera por essa resposta!

Edimar e Luciana

Nossa entrevista foi feita pelo Monsieur Daniel Leblanc, ele foi super simpático e acolhedor e nos deixou bem confortável para podermos responder as questões. Nos perguntou para qual cidade iriamos emigrar e por que tinhamos escolhido a cidade, pediu para contarmos um pouco sobre o trabalho que tinhamos na época e também os trabalhos anteriores.

Entendemos tudo que ele perguntava e em momento algum precisamos perdir para ele repetir as questões. Quando ele começou a pedir para mostrarmos os documentos e viu que tínhamos estudado na École Québec, ele riu e fez uma brincadeira dizendo que era por isso que falávamos e entedíamos bem o francês, que ele já havia entrevistado outros alunos e que todos tínhamos bons histórico, estávamos bem preparados para a entrevista e tínhamos um bom francês. Ele olhou todos os documentos que comprovava todas as experiências que tínhamos relatado anteriormente.

Tinhamos feito um projeto de emigração e ele ficou bem impressionado e elogiou nossa pesquisa. Tudo o que nós respondiamos e que ele comprovava com os documentos ele se virava para o computador e me parecia marcar os pontos. Me fez uma pergunta em inglês e logo retornou para o francês. Após quase uma hora de entrevista ele disse uma frase que nós nunca esqueceremos : Le Québec vas tomber d’amour pour vous. Vous êtes acceptés. Este foi pra nós o melhor momento do processo que só foi menos importante que a chegada ao Canadá.

Nossa entrevista durou aproximadamente 1 hora, ele nos deu diversas dicas de como procurar um trabalho, o que fazer aqui no momento da chegada. Podemos dizer que foi mais um bate-papo do que uma entrevista, e hoje acredito que esta tática funciona super bem, pois além de nos deixar mais à vontade acredito que ele consiga saber muito mais sobre os futuros emigrantes.

Agrademos a nossas professoras e professoras da École Québec , recomendamos fortemente para todos que querem emigrar, além da velocidade com que aprendemos o francês o fato de ser francês quebequense faz toda a diferença quando se chega aqui.

Boa sorte a todos e mais uma vez obrigada!

 

Mirela e Ricardo

Depois de 10 meses no Québec e de um período de adaptação e preparação aqui para enfrentar melhor o mercado de trabalho, estamos contentes que nosso sonho começa a tomar forma.

Estamos felizes e muito agradecidos à École Québec, representando todos os profesores que tivemos, que durante esse período de preparação para imigrar, nos ajudou a viver um pouquinho do Québec mesmo ainda estando no Brasil!

O que vocês ensinaram foi muito mais do que francês 🙂

Relato de Entrevista – 19 novembre 2008

Antes de começar nosso relato, irei descrever nossos perfis e também já dizer de antemão que a nossa entrevista estava marcada no dia 12/11/08. Às 15h30, já estávamos com o nosso CSQ!

Perfis:

Mirela – Requerente Principal

28 anos

Graduada em Arquitetura e Urbanismo desde 2002

4,5 anos de experiência

368 horas de francês

Ricardo- Esposo

28 anos

Graduado em Arquitetura e Urbanismo desde 2003

Curso Técnico em Edificações

2,5 anos de experiência

228 horas de francês

Entrevista:

Chegamos ao CENU 14h30 e avisamos na portaria da nossa presença, e na mesma hora percebi que a recepcionista possuía uma lista com os horários da entrevista e na intenção de acalmar a minha ansiedade fiz a seguinte pergunta:

– Quem devemos procurar para a entrevista?

A resposta foi imediata:

– MS. Eddie Alcide

Fomos avisados que as entrevistas estavam com 1hora de atraso.

Na sala de espera já no 15º andar onde estávamos com mais 2 pessoas que também esperavam, logo apareceu a Mme. Soraya Tandel se desculpando pelo possível atraso e dizendo que a causa disso era a queda do sistema e que possivelmente sairíamos dali com a nossa resposta, porém sem o papel, que seria enviado por correio o mais rápido possível.

Agradecemos a atenção e continuamos na nossa espera.

Para nossa surpresa, após todos saírem, passaram-se apenas 15 minutos de atraso e fomos chamados pelo MS. Alcide, que por sua vez foi muito profissional e tranqüilo.

Começou nos perguntando se preferíamos a entrevista em inglês ou em francês e a resposta foi:

– Eu prefiro francês mas se o Sr. preferir eu posso fazer em inglês. Meu marido também fala francês.

Ele sorriu e olhou para mim perguntando em inglês e prontamente respondi que sim e na seqüência vieram algumas perguntas do tipo: Onde você aprendeu? Quanto tempo estudou e por quê?

Bem essas foram as únicas perguntas em inglês.

Ele começou na seqüência a pedir meus documentos de comprovação de trabalho e eu fui mostrando. Tínhamos cartas assinadas de nossos empregadores em francês assim como holerites e carteira de trabalho e acreditamos que as cartas ajudaram em muito, já que nelas estavam todas as funções descritas assim como quantidade de horas. Assim que se deu por satisfeito pediu meu diploma e começou a digitar.

Pediu nossa certidão de casamento.

Dirigiu-se ao Ricardo e começou a pedir os diplomas e comprovações de trabalho dele. Das quais olhou apenas o necessário, a primeira delas. Perguntou algumas informações sobre Faculdade que ele estudou e do curso técnico.

Enfim, fez algumas afirmações sobre as dificuldades de Equivalência de Diploma e a nossa intenção de ter o titulo de Arquiteto reconhecido pela OAQ (Ordem dos Arquitetos do Québec) e disse que esse processo poderia tomar mais de 4 anos. De prontidão respondemos que tínhamos um plano bem definido para isso e que estávamos preparados para trabalhar como desenhistas e assistentes de arquitetos. Mostramos também um dos 3 organogramas que o Ri desenvolveu de como faremos esse processo e quais nossos planos para cada fase de adaptação.

A próxima pergunta foi:

– E se vocês não encontrarem trabalho?

– Não acreditamos que teremos problemas porque segundo nossas pesquisas, temos um mercado grande para explorar. Daí mostramos toda nossa pesquisa de mercado e vagas de emprego da nossa área no nosso plano.

E ele volta a digitar. Estávamos em silêncio quando o interrompemos para deixar claro que estávamos à disposição para falar em francês, caso ele quisesse. Muito educadamente virou a cadeira e disse:

– Vá pensando em alguma coisa para me dizer enquanto eu termino aqui.

No final ele já estava imprimindo o nosso CSQ e eu sem perceber comecei a mostrar um portifólio falei bastante de trabalho e ele se interessou no começo, fez uma pergunta e logo disse:

– Estou contente de dizer que vocês foram aceitos pelo Quebec.

Bom eu e o Ri nos olhamos muito felizes e enquanto ele assinava nosso CSQ nos disse que nós parecíamos estar preparados, com vários materiais, mas que também deveríamos estudar MUITO mais francês para chegarmos no Québec no ponto de encontrarmos um trabalho.

Sem comentar que o Ri ficou rindo de mim, pois eu estava lá falando como uma tagarela sobre o meu trabalho e o entrevistador tentando nos entregar o CSQ…rsrsrs nem vi o tempo passar.

Agradecemos, trocamos mais algumas palavras e saímos da sala, caminhando nas nuvens de tão felizes!!!

Impressões pessoais:

– Percebemos que ninguém está lá para impedi-lo e muito menos aprová-lo automaticamente, portanto é necessária uma postura ativa SIM. Postura essa que é utilizar das perguntas dele para dar respostas longas, falar sobre o plano de imigração e mostrar o seu francês.

– Tínhamos um Plano de Vida completo e com uma apresentação especial (um pouco até para mostrar a aplicação das nossas aptidões profissionais) , que foi usado 10%. Apesar de o entrevistador ter olhado nosso plano a fundo, ele foi fundamental para o nosso amadurecimento, planejamento e tomada de decisões, nos dando mais segurança para a entrevista, pois sabíamos que se precisássemos tínhamos previsto algumas situações futuras.

Concordamos com nossos amigos que já estão no Québec, de que a entrevista apesar de fundamental para o processo, é um pequeno passo para imigrar, e toda preparação, troca de experiências e pesquisa feita daqui ajuda na adaptação nas tão sonhadas terras Quebecoises!

Ana

Estudar na École Québec foi indiscutivelmente o melhor passo que dei para o meu projeto de imigração. Aprender o francês com o acento quebequense e dentro do contexto cultural do Québec me fez muita diferenca. Nada como conhecer bem o terreno antes de aterrissar nele.

Abraços a todos,

Ana (aluna da École Québec em 2008)

 

Fulvio Tarifa Toniato

Quando comecei a estudar na École Québec, eu vinha de uma base de Francês da França cursado em outra escola e confesso que achei o começo um pouco difícil por causa daquela pronúncia québecoise tão diferente.

Eu assistia aos vídeos e ouvia as músicas do Qúebec que me deixaram preocupado a ponto de pensar se eu realmente conseguiria me adaptar a aquela maneira diferente de falar francês. Mas, afinal, não há nada melhor para aprender uma língua do ter aulas com um professor nativo. Aí então meus tropeços e receios do começo foram se transformando na certeza de ter feito a escolha certa em me matricular na ÉQ, especialmente quando fiz minha entrevista no escritório de imigração do Québec.

E quando eu tive que me mudar de São Paulo para o Rio de Janeiro lá estava a ÉQ Rio pra não me deixar na mão.

Na ÉQ eu aprendi muito mais do que o francês. Eu conheci de tudo um pouco do lugar que em pouco menos de um mês será minha nova casa. Aprendemos um pouco de história da província, discutimos as relações sociais, o mercado de trabalho e as questões sobre moradia (onde morar? alugar um 3 ½ ou um 4 ½ ? tout-inclus? meublés? demi-meublés?), conversamos sobre o sistema de ensino e as instituições do Québec, conhecemos um pouco sobre as festas, festivais e esportes de inverno que agitam as cidades, etc.

Eu tive ótimos professores e fiz muitos amigos-futuros vizinhos no Québec. Essa foi uma experiência que certamente me fará toda a diferença assim que eu chegar na Província.

Merci beaucoup Catherine, Raphael et tous mes professeurs de l’ÉQ !

On se voit au Québec!