Programação de outubro a dezembro

 

A École Québec apresenta a primeira edição do atelier “preenchimento da doc”. A Catherine diretora da escola ajudará os participantes no preenchimento dos formulários e especificará os documentos necessários.  O intuito é ajudar os nossos alunos no preenchimento da documentação, diminuindo o risco de devolução ou recusa do dossier.

*Como os documentos requeridos para o processo de imigração são importantes, não será necessário leva-los para o atelier. No caso de um participante ter dúvidas em relação à validade de algum documento, será possível leva-lo para conferirmos.

Rio de Janeiro: 23 de outubro às 18:30

São Paulo: 30 de outubro às 18:30

Online: 5 de novembro às 19:30     Link: http://youtu.be/0iHZbjrkByI

Valor: gratuito para alunos da École Québec e do instituto ICE (outros interessados poderão participar pelo valor de R$150)

Inscrições: envie um e-mail para comunicacao@ecolequebec.com.br (Se não puder comparecer, avise o quanto antes para podermos dar a sua vaga à outro interessado)

Palestra: Viver no Québec

Numa palestra reservada aos alunos da École Québec, a Catherine – fundadora da escola apresentará brevemente o processo de trabalhador qualificado do Québec e o programa de experiência quebequense. A palestra em si deve durar no máximo uma hora e será seguida de um período para perguntas.

Rio de Janeiro: 24 de outubro às 14:00 e 16:00

São Paulo: 7 de novembro às 14:30

Inscriçoes: envie um e-mail para comunicacao@ecolequebec.com.br mencionando seu nome, endereço de e-mail e cidade onde é aluno.

Palestra com degustação: le sirop d’érable et ses produits dérivés

Marie Côté, produtora e filha de produtor de sirop d’érable estará presente no Brasil em novembro de 2015. Ela passará na École Québec de São Paulo para fazer uma apresentação em francês sobre a produção do famoso sirop d’érable, os seus produtos derivados, algumas receitas e jeitos de usar. Os participantes poderão também experimentar receitas e produtos derivados feitos com o sirop d’érable produzido na Cabane à Ti-Jean.

São Paulo : 6 de novembro às 20 :00

Preço: R$ 25 (a degustação só será composta de sobremesas então é aconselhado jantar antes da palestra)

Inscriçoes: enviar um e-mail para comunicacao@ecolequebec.com.br. O pagamento deverá ser feito por depósito em conta ou na escola para reservar a vaga, pois as vagas são limitadas.

Programação de agosto 2015

ÉQ Rio de Janeiro – 14 de agosto às 19:00

Pré-estreia do documentário « Sans Toi » que trata de uma problemática muito presente no Quebec: o suicidio. Veja o convite oficial!

ÉQ São Paulo – 14 de agosto às 19:00

1ª ediçao do evento cinema no quintal

Projeção do filme J’ai tué ma mère (Eu matei minha mãe), de Xavier Dolan. Veja o trailer.

Entrada franca. RSVP: comunicacao@ecolequebec.com.br

Traga uma pipoca de micro-ondas e/ou 1 L. de bebida.

Se não chover, o filme será projetado no quintal da escola.

 

ÉQ São Paulo – 28 de agosto dàs 19:30 às 22:30

1ª edição do evento Cesta de jogos

Os jogos de tabuleiro (jeux de société) são muito apreciados no Quebec e reconquistam a sua popularidade no mundo inteiro. Na École Québec temos vários, pois gostamos demais.

Você está convidadíssimo! Incentivaremos o uso da língua francesa ao jogar, mas mesmo que seu nível seja básico, você é bem-vindo! Temos jogos para todos os níveis de francês.

Quem quiser trazer sua comida e bebida, faremos igual fariam no Quebec: cada um consome o seu.

Entrada franca. RSVP: comunicacao@ecolequebec.com.br

Alguns jogos de tabuleiro da École Québec

Três dicas para sobreviver ao inverno quebequense

Para quem nunca vivenciou temperaturas abaixo de zero, as terras geladas do hemisfério norte podem assustar. O Québec é o país do inverno e quem decide adotá-lo, precisa encará-lo. Seguindo algumas regras básicas e com uma boa dose de vontade, abertura e atitude positiva, qualquer um sobrevive e aprende a aproveitar dos prazeres do frio quase polar. Monique, Juliana e Vinicius, três ex-alunos da École Québec, dão algumas dicas para se adaptar rapidamente à rigorosa meteorologia quebequense.

1. Se vestir adequadamente para não congelar.

Para aguentar os meses de frio, é bom investir em roupas de qualidade: comprar um bom casaco, luvas quentinhas, um gorro que cubra bem as orelhas e botas impermeáveis. Vale lembrar que a tecnologia de tecidos é muito desenvolvida no Canadá, o que permite encontrar casacos que protegem muito bem sem serem pesados demais – nem no corpo, nem no bolso. Para os mais friorentos, também existe a técnica “cascas de cebola”, que consiste em vestir várias camadas de roupas uma em cima da outra. E se engana quem acha que ficar coberto da cabeça aos pés é feio, de mau-gosto ou prova da ausência de estilo. A moda de inverno é criativa, pode ser colorida e até mesmo elegante.

A cabofriense Monique Caetano que imigrou para o Canadá faz um ano, aprendeu essa primeira regra desde que chegou. Pois ela deve enfrentar o frio diariamente para passear e brincar na neve com a cachorrinha Plié, que veio do Brasil com ela.

“Meus primeiros dias aqui foram difíceis porque eu não tinha um bom casaco, nem botas adequadas para o frio canadense. Mas depois que comprei boas roupas e aprendi a me vestir de acordo com a temperatura, eu saio de casa para passear mesmo que faça -30o C! O segredo é se agasalhar bem”, diz Monique, que admite não gostar do vento e muito menos da chuva de inverno, aquela que gela ruas e deixa calçadas escorregadias.

2. Se manter ativo

Outro fator explica por que Monique não sofreu tanto durante seu primeiro inverno em Montreal: ela continuou em atividade. Monique adora quando neva e se amarra em patinação no gelo. Para os esportes de inverno, o Canadá é um verdadeiro paraíso: esqui alpino, snowboard, caminhada nos bosques, etc. O que não falta é opção para continuar ativo durante a estação mais longa do ano.

Ao contrário de Monique, a carioca Juliana Noronha não é muito fã de esportes na neve. Ela prefere academia. Juliana mora na cidade de Québec, que fica a 250 km ao norte e alguns graus abaixo de Montreal. Mesmo sem ter adotado os esportes de inverno, Juliana aproveita a estação para fazer coisas que não faria tanto no verão. Gosta de ficar mais sossegada em casa, assistir a seriados e filmes, o que não a impede de respirar o ar muito fresco num SPA de inverno ou sair para experimentar novos restaurantes. Porém, ela confessa, o inverno dificulta a locomoção.

“Às vezes fico incomodada com o fato de não poder andar na rua na hora que eu quiser, e de uma simples ida à farmácia se tornar uma maratona de colocar várias roupas. Uma coisa que ajuda e muito a sobreviver no inverno é comprar um carro. Porque sem um carro, você já pensará três vezes antes de ir a algum lugar, por mais que os ônibus tenham horário, cinco minutos esperando no ponto já não é muito agradável”, explica a carioca. A cidade de Québec não possui metrô nem cidade subterrânea, como é o caso de Montreal.

O que mais surpreendeu Juliana nem foi o frio extremo ou o volume de neve, mas sim a duração do inverno. “Apesar de a estação durar três meses, na prática o inverno dura no mínimo cinco meses. É isso que acaba explicando aquelas cenas de filme que mostram as pessoas correndo para o sol no parque quando chega o verão. Foi exatamente assim que eu fiquei, precisando do sol”. Mas para suportar estes longos meses de pouca claridade, ela já encontrou um jeito de acelerar o tempo: como muitos Quebequenses, ela escapa uma semana para o Caribe com o marido.

3. Relativizar a adversidade

Para o gaúcho Vinicius da Souza, que também mora na cidade de Québec, a adaptação ao frio foi a parte mais fácil da integração. Ele diz preferir um dia de -10o C do Québec do que um de 5o C no Brasil. “Apesar de todo o extremismo usado pra relatar o frio e as situações adversas do inverno do Canadá, posso dizer que prefiro o inverno daqui ao inverno no Brasil. Aqui no Québec, só passamos frio quando queremos. No Brasil, as casas não são preparadas para o frio. Nem as roupas protegem com a mesma eficiência”, justifica.

Antes de imigrar, Vinicius pesquisou bastante na internet sobre a vida em Québec durante o inverno, o que facilitou a adaptação. “Informação é a chave pra enfrentar qualquer adversidade”, assegura. Chegar em Québec com a mente aberta também foi essencial para encarar a mudança radical de temperatura. “Se expor a situações novas como uma oportunidade de crescimento pessoal ajuda muito. Ter o espírito aberto e vencer uma situação difícil como um desafio faz com que tu se sintas parte do que é o Québec. Senão, como se sentir parte desta terra sem sentir, de fato, o frio?”, analisa.

Na opinião de Vinicius, a melhor dica para sobreviver ao inverno é relativizar as adversidades e lembrar das razões que motivaram a imigração. “Não há frio pior do que o de um cano de revólver encostando na tua pele. Não há frio pior do que o do coração de um corrupto desviando verbas de um hospital e matando seres humanos de todas as idades, ou ainda, negar educação à população para mantê-la sob domínio estatal. Não há frio pior do que a falta de justiça e outras representações de coisas negativas que temos no Brasil”, enfatiza.

É… na verdade, sobreviver ao inverno quebequense não é tão difícil assim…

10 motivos para estudar francês

Educação sempre é um bom investimento, mas qual curso escolher para dar um “upgrade” na sua carreira? Veja 10 motivos para estudar francês!

Sua Vida Profissional

1. Ter um diferencial no mercado de trabalho. Hoje em dia saber inglês e espanhol já não é mais um diferencial. Para se destacar em sua carreira, o profissional deve ter uma terceira língua que o coloque acima da concorrência.

 

2. Poder comunicar-se em francês no trabalho. Segundo dados de 2011, existem 520 empresas de origem francesa no Brasil; sem contar com as empresas brasileiras que constantemente fazem negócios com países de língua francesa. Entre elas pode-se destacar algumas de excelência como: Peugeot, Renault, Carrefour, UBS, Michelin, Alstom, Danone, Accor, Nestlé e Roche.

http://oglobo.globo.com/economia/crescimento-do-brasil-atrai-mais-empresas-francesas-3727644

3. Estar pronto para aproveitar oportunidades de trabalho no exterior.

4. Qualificar-se para processos de imigração de nações francófonas.

5. Realizar intercâmbios ou efetuar formações universitárias em faculdades francófonas de grande nome. Vale a pena conferir as bolsas de estudo que existem para estudantes brasileiros.

Suas Aventuras Culturais

6. Integrar-se na cultura francesa. O primeiro passo para se inserir em uma nova cultura é através de sua língua e a cultura francesa é uma das mais ricas e interessantes do mundo. Você vai conhecer uma forma diferente de ver o mundo através do cinema francês e ouvir Catherine Deneuve sem legenda; ler Flaubert, Baudelaire ou Rimbaud sem traduções; ouvir Edith Piaf e Charles Aznavour como devem ser ouvidos.

7. Fazer novas amizades. Ao viajar para um país em que se fala francês, o melhor modo de cativar a amizade e, porque não, o amor é através da língua, pois este é um povo que a valoriza como um tesouro nacional. O francês é uma língua oficial em 29 países. Você sabia que a Bélgica, Suíça, Algéria, Marrocos, Madagascar, Guadalupe e Martinica entre outros falam francês?

Seu Lugar No Mundo

8. Aproveitar a popularidade do Brasil na cena mundial. Com o desenvolvimento do Brasil como um país de forte apelo internacional o brasileiro deve estar preparado para as novas oportunidades comerciais, profissionais e pessoais que surgirão na próxima década.

9. Criar uma rede internacional de contatos. No atual mundo fortemente globalizado você pode ainda desenvolver uma rede de relacionamentos com profissionais de outros países, ou ser alocado para outro país ou você mesmo desenvolver as conexões que sua empresa precisa através de seus novos conhecimentos linguísticos.

10. Conhecer melhor o mundo. Ao falar outras línguas, sua intereção e conhecimento do mundo se expandem e você se torna realmente um cidadão da aldeia global, pronto para as questões e rápidas transformações mundiais.

Uma sociedade francófona

O que faz do Québec uma sociedade única na América do Norte é o seu caráter francófono: o idioma francês é falado por mais de 80% da população.

Se o conhecimento da língua francesa é importante no processo de seleção, ele passa a ser essencial quando se trata da integração e participação na sociedade quebequense.

A partir do momento em que o recém-chegado entra em Québec, ele começa a viver em um ambiente francófono. Procurar moradia, abrir uma conta em banco, matricular os filhos na escola – tudo isso é feito em francês.

 

Valores Quebequenses

Québec, como terra acolhedora, atrai principalmente pelos valores fundamentais que a caracterizam, ou seja, trata-se de uma sociedade democrática, com oportunidades igualitárias para mulheres e homens, e com marcada expressão francesa. Adaptar-se a esse novo ambiente e participar plenamente da sociedade quebequense significa estar pronto para descobrir e respeitar esses valores fundamentais, os quais são enunciados na Charte des Droits et Libertés de la Personne du Québec (Declaração dos Direitos e Liberdades da Pessoa do Québec).