Fulvio Tarifa Toniato

Quando comecei a estudar na École Québec, eu vinha de uma base de Francês da França cursado em outra escola e confesso que achei o começo um pouco difícil por causa daquela pronúncia québecoise tão diferente.

Eu assistia aos vídeos e ouvia as músicas do Qúebec que me deixaram preocupado a ponto de pensar se eu realmente conseguiria me adaptar a aquela maneira diferente de falar francês. Mas, afinal, não há nada melhor para aprender uma língua do ter aulas com um professor nativo. Aí então meus tropeços e receios do começo foram se transformando na certeza de ter feito a escolha certa em me matricular na ÉQ, especialmente quando fiz minha entrevista no escritório de imigração do Québec.

E quando eu tive que me mudar de São Paulo para o Rio de Janeiro lá estava a ÉQ Rio pra não me deixar na mão.

Na ÉQ eu aprendi muito mais do que o francês. Eu conheci de tudo um pouco do lugar que em pouco menos de um mês será minha nova casa. Aprendemos um pouco de história da província, discutimos as relações sociais, o mercado de trabalho e as questões sobre moradia (onde morar? alugar um 3 ½ ou um 4 ½ ? tout-inclus? meublés? demi-meublés?), conversamos sobre o sistema de ensino e as instituições do Québec, conhecemos um pouco sobre as festas, festivais e esportes de inverno que agitam as cidades, etc.

Eu tive ótimos professores e fiz muitos amigos-futuros vizinhos no Québec. Essa foi uma experiência que certamente me fará toda a diferença assim que eu chegar na Província.

Merci beaucoup Catherine, Raphael et tous mes professeurs de l’ÉQ !

On se voit au Québec!